
Estou usando uma foto da apresentadora Oprah nesse post,
como ilustração para o tema do qual falarei nos próximos dias.
Estou lendo algumas coisas sobre superação, e ela é um exemplo disso.
Qualquer hora, conto toda a história.
Esse post, é um texto extraido de um livro e fala sobre assumir o
Leme da sua vida.
Acho importante, e como essa é a minha luta quero
dividí-la com vocês e convidá-las a assumir também as suas vidas.
O texto é grande, mas vá em frente que vale a pena.
Beijos e avante!!!!
Daqui para a frente, veja a si mesmo e pense sobre si mesmo como o senhor de seu próprio destino, no total comando de sua vida. Veja-se como presidente de sua própria empresa de serviços pessoais, uma pessoa poderosa, completamente determinada e autodirecionada.
Recuse-se a se lamuriar e a se queixar de acontecimentos passados que não podem ser alterados. Em vez disso, volte-se para o futuro e pense no que quer e para onde está indo. Acima de tudo, pense nas suas metas. O simples fato de pensar em suas metas torna-o novamente positivo e determinado.
Defina o seu ponto de controle
Uma ampla esfera da literatura psicológica gira em torno da Teoria do Locus de Controle. Em mais de 50 anos de pesquisas os psicólogos determinaram que o locus de controle de cada um é o fator determinante de sua felicidade ou infelicidade na vida. Eis por quê.
As pessoas que têm um locus de controle interno sentem-se em total controle de suas vidas. Consideram-se fortes, confiantes e poderosas. Costumam ser otimistas e positivas. Sentem-se incrivelmente satisfeitas consigo mesmas e no controle absoluto de seus destinos.
Em contrapartida, as pessoas com um locus de controle externo sentem-se controladas por fatores externos, pelo patrão, pelas contas a pagar, o casamento, os problemas da infância e sua situação atual. Sentem-se fora de controle e, em conseqüência, fracas, irritadas, temerosas, negativas, hostis e impotentes.
O lado bom é que existe uma relação direta entre a quantidade de responsabilidade que você invoca para si e a quantidade de controle que percebe ter. Quanto mais você disser "Eu sou responsável", mais desenvolverá um locus interno de controle, e mais poderoso e confiante se sentirá.
O triângulo de ouro
Também existe uma relação direta entre responsabilidade e felicidade. Quanto mais responsabilidade você assume, mais feliz se torna. Tudo indica que as três coisas — responsabilidade, controle e felicidade — andam de mãos dadas.
Quanto mais responsabilidade você assume, mais sente que está no controle. Quanto mais sente que está no controle, mais feliz e confiante se torna. Quando você se sente positivo e no controle de sua vida, passa a estabelecer metas mais ambiciosas e desafiadoras para si mesmo. Também passa a encontrar a energia e a determinação necessárias para alcançá-las. Você terá a sensação de ter sua vida nas próprias mãos e de ser capaz de transformá-la no que bem entender.
Está em suas mãos
O ponto de partida do estabelecimento de metas consiste em perceber que você tem um potencial praticamente ilimitado de ser, ter ou fazer qualquer coisa que realmente queira na vida, desde que simplesmente o deseje muito e esteja disposto a trabalhar com afinco e perseverança para alcançá-lo.
A segunda parte do estabelecimento de metas consiste em aceitar total responsabilidade por sua vida e por tudo que lhe acontece, sem querer culpar ninguém nem nada, nem encontrar justificativas.
Tendo em mente esses dois conceitos — que o seu potencial é ilimitado e que você é totalmente responsável —, de maneira clara, você pode, agora, dar o passo seguinte, que consiste em começar a vislumbrar o seu futuro ideal.
Texto extraído do livro Metas, de Brian Tracy
LANE,
ResponderExcluirNÃO SEI SE FALO DE OPRAH OU DO SORRISO;
VOCÊ CONFUNDIU A MINHA CABEÇA.
PORQUE NÃO HÁ TEXTO ACIMA QUE SE COMPARE AO SORRISO ABAIXO.
NO ENTANTO,CASUALMENTE,PODE LER NA MINHA FRASE
DO MSN,QUE TOMEI ATITUDES HOJE, EXATAMENTE NO SENTIDO DE TOMAR AS RÉDEAS DA MINHA VIDA.
PORQUE QUANDO ESTAVA DE FÉRIAS,UMA ÉPOCA NA ESPANHA,E O PRINCIPE DA HOLANDA IA SE CASAR COM UMA PLEBÉIA ARGENTINA...POR RAZÕES EXCLUSIVAMENTE POLÍTICAS(COISAS DA SEGUNDA GUERRA)...A AVÓ DO PRINCIPE,DISSE EM CADEIA MUNDIAL:...UM DIA,ELE APRENDERÁ,QUE NA VIDA,EXISTEM COISAS MAIS IMPORTANTES QUE O AMOR...(E DESTA CLASSE DE AMOR,EXISTE MESMO!)
ÀS VEZES,ESTA BUSCA DESENFREADA PELO TAL AMOR,
FAZ-NOS PERDER O NORTE.E EU QUE O DIGA...
QUANTAS VEZES,JÁ PERDÍ O MEU...
MAS O BOM...É QUE UM DIA,MESMO QUANDO ISTO NÃO ADIANTAR NADA MAIS(PORQUE EXPERIÊNCIA DOS OUTROS NÃO CONTA,)SAIREMOS DESTA BUSCA FORTES E SÁBIAS.CERTAS,DE QUE BUSCAMOS UMA VIDA INTEIRA,ALGO QUE SÓ SE ENCONTRA,DENTRO DE NÓS,QUE É A PAZ,QUE É O PROPRIO AMOR.
BEIJOS AO SORRISO E OBRIGADA PELO TEXTO TÃO SIGNIFICATIVO.
LEONE.
Uma música linda para uma menina linda.
ResponderExcluirThe Great Gig in the Sky - Pink FloydTe amo.
Obrigada pela música linda e pelo menina linda. a-d-o-r-e-iiiiii
ResponderExcluirBeijos meu amor.
É assim mesmo Leone. A gente só luta enquanto acredita né? Mas esse texto aí, serviu muito pra mim, por isso achei que valia a pena publicá-lo aqui. Obrigada pela visita. beijos
ResponderExcluirQuerida Lane
ResponderExcluirAmei saber que você abriu essa cortina do motivacional e estará sempre me vendo no entorno desse tema. Amo escontrar pessoas que falam o que eu penso[ou nao] e lendo uma crônica de Zeca Baleiro, meu poeta maior que de tão gigante cabe inteiro no meu coração, percebo o quanto ele consegue verbalizar o meu pensamento... Divido com você e com Leone essas palavras que são dele na autoria e na expressão mas que também sao minhas no sentir. Acho importante e é também alusivo as fotos de Oprah.
VENDE-SE BELEZA
Nunca se falou tanto em beleza. Revistas especializadas são despejadas às dezenas nas bancas de revista toda semana, programas de tv são inteiramente dedicados ao tema, teses, palestras, conversas de botequim. Também nunca houve tanta ofertas de seus produtos, desde cirurgias e tratamentos até hotéis e spas devotados à “causa”. É a ilusão de que qualquer mortal, mesmo o mais “desqualificado” para tal, possa comprar beleza, da mesma forma como compra fósforos num supermercado que alimenta tão doentia industria, inflada (como corpos e egos) ao limite da loucura.
Mas a beleza nem sempre teve esse perfil anoréxico, anguloso e asséptico dos dias que correm, e por isso tão perseguido. As musas das telas renascentistas tinham gordurinhas de sobra e transpiravam sensualidade em seus nus voluptuosos, alem do que suas “sobras” eram também um símbolo de fartura matéria. Outros cânones de beleza existiram os mais variados, como a palidez romântica que contaminou o ambiente não só literário do século dezenove ou a desgrenhada silhueta da era flower and power.
Foi Hollywood, com suas Gildas, Sabrinas e Lauras, que ajudou a plasmar no imaginário do homem moderno um recorte irreal e aristocrático de beleza, mas mesmo nesse antro de beldades, sempre houve lugar para “outras belezas”, rostos exóticos, alguns quase feios, uns cheinhos e outros andróginos. Marlene Dietrich, Bette Davis, Anne Baxter e Greta Garbo estão aí e não me deixam mentir.
A recente descoberta de que Cleópatra não tinha a cara da Elizabeth Taylor, ou seja, não era bonita assim, ou, melhor dizendo, era feia pra dedéu, reacendeu a crença alentadora pra muitos, de que a beleza de fato não é tudo. A tal “beleza grega”, plasticamente perfeita em suas formas, traços e medidas, a beleza mítica certamente existe – e naturalmente não é invenção do cinema americano -, mas não é pro bico de todos. Seria lindo um mundo povoado por Julias Roberts e Brads Pitts, mas também seria um tédio. O certo é que por mais que se tente enquadrar as pessoas em padrões pré-concebidos de “beleza” (seja ela grega, americana ou etrusca), sempre haverá (graças a Deus e Afrodite!) controvérsias e um grande mistério em torno desse discutível conceito. Ademais, quem poderia dizer racional e convictamente “como se mesura a beleza”?
Outro conceito, o da “beleza interior”, este parece cada vez mais deslegitimado pelo uso piegas e sentimental, e também pelo crescente nivelamento dos “interiores”, se é que me faço entender. E aqui me reporto a duas piadinhas, infames e geniais, sobre o tema. Uma delas uma canção-piada do sátiro compositor paulista Mario Manga, que começa dizendo: “uma vez minha tia disse para mim / até que você não é tão feio assim / pois o que conta é a beleza / que esta dentro de você” – pra concluir com fina ironia: “olhe só que pâncreas / olhe só que pulmão... eu tenho um esôfago sexy / uma traquéia cumprida / uma laringe gostosa / que vai mudar a sua vida”. A outra, uma frase mortal que ouvi de um amigo carioca: “o que mais me interessa numa mulher é a beleza interior. Uma vez no interior, beleza!”.
Apesar de o mundo contemporâneo supervalorizar e exaltar a beleza, mesmo o que a bordo de velhos e higiênicos clichês, e de conduzi-la a um patamar cada vez mais excludente (um andor cujas santas são modelos magérrimas, sem “sustância” nem alma), parece não haver duvidas, mesmo pra esse mundo cosmético, que beleza só não basta, sempre carecerá de agradar os outros (também vagos) atributos, tais como charme, simpatia, sex appeal, “carisma” (outro mistério!), argúcia (beleza burra é beleza triste!) e mesmo o popular borogodó.
Assim, parodiando Vinicius, que em sua antológica frase pediu desculpas às feias, eu ousaria dizer, à guisa de provocação e receita: “os lindos que me perdoem, mas borogodó é fundamental!”.
Zeca Baleiro.
No seu blog tão musical que viaja entre Zeca e Pink Floyd receba o carinho de quem acha o Zeca Baleiro e Nando Reis os caras com as caras mais lindas do Brasil. Eu Lela, farta de carnes, poesia e musicalidade continua vivendo assim: tendo Paixão pela HUMANIDADE em geral e pelos SAPOS em particular...
Beijossssssssss